Posts com tag “calendário maia

Clima Espacial ou Clima Especial?

Clima Espacial ou Clima Especial?

Por Arthur Navarro

Estamos habituados a prestar atenção na previsão do tempo e no clima de nossos estados e cidades. As fontes meteorológicas nos dizem sobre o clima para os próximos dias da semana, e nos baseamos nestas informações científicas para fazermos escolhas, como por exemplo, saber se no final de semana fará sol ou chuva para planejar uma ida à praia, ou para os que vivem na zona equatorial, como na Guatemala, se prepararem com antecedência se algum furacão se aproximar do Golfo do México. Entretanto, esse não é o único tipo de previsão de clima existente. A meteorologia a que estamos habituados pode ser considerada micro, porém estreitamente conectada a meteorologia macro, que seria o clima espacial.

O clima espacial é baseado na atividade solar e seus ciclos. Os ciclos solares são classificados como máximo solar e mínimo solar. Estes ciclos se repetem a cada 11 anos, onde o Sol, no máximo solar, aumenta sua atividade geomagnética, resultando na aparição de manchas solares na superfície do sol, ou coroa solar. Há também o mínimo solar, período em que as manchas solares cessam suas atividades.

Em 2000 ocorreu o último máximo solar, e o próximo ciclo está previsto para o ano de 2012. Segundo os cientistas, temos que estar atentos ao clima espacial. Para isso foi lançado um novo programa internacional científico chamado “Vivendo Com Uma Estrela” ou International Living With a Star (ILWS), uma vez que os cientistas estão considerando perigoso o que pode ocorrer no ano de 2012 com a vinda do próximo máximo de atividades solares, devido aos estranhos comportamentos que o Sol tem demonstrado nesta última década. “O problema são as tempestades solares – determinar como vaticina-las e o que fazer para se proteger de seus efeitos”, segundo a astrofísica da NASA, Madhulika Guhathakurta, e também presidente do programa ILWS. “Necessitamos avançar neste tema antes que chegue o próximo máximo solar, em torno do ano de 2013”, afirma Guhathakurta.

Para entender melhor sobre essas manchas solares, imaginem-as como “ilhas magnéticas” muito grandes, do tamanho de planetas, ou vários planetas Terra. Estas manchas são conhecidas por expelirem para o espaço, partículas de energia, chamadas também de ventos solares ou tempestades solares, as quais são compostas de elétrons, prótons, neutrinos e plasmas. Uma consequência da interação desses ventos solares com a atmosfera terrestre são as exuberantes auroras boreais. Porém, se estas tempestades de ventos solares forem de alta magnitude, pode ser muito preocupante e resultar em consequências catastróficas para a sociedade contemporânea, altamente dependente da tecnologia, como meios de comunicação, computadores, telefones celulares, satélites artificiais em órbita da Terra, sistemas financeiros, e rede de energia elétrica.

Um grande engano é achar que o sol e a terra são distantes um do outro. Aparentemente estão separados por uma longa distância, 150 milhões de quilômetros, mas com os avanços tecnológicos da Era Espacial, e especialmente em anos recentes, entendeu-se que na verdade não é uma distância longa, mas sim o contrário. Sendo assim, os ciclos solares e suas transformações que compõe este clima espacial interferem diretamente no clima terrestre. “A Terra e o Sol estão interconectados. Já não é possível estudarmos a Terra separada do Sol”, afirma Guhathakurta. Seria como estudar a mente sem relacioná-la ao corpo, uma atitude dissociativa a esses sistemas que se complementam.

Com a finalidade de aprofundar os estudos nas atividades solares, há alguns anos os cientistas batizaram o termo “heliofísica” para descrever o campo científico emergente que estuda o sistema Sol-Terra. Como sinal de reconhecimento da importância do tema, a NASA criou a Divisão de Heliofísica, em seus escritórios centrais, localizadas em Washington DC. As Nações Unidas declararam o ano de 2007 como o “Ano Internacional da Heliofísica”, ou International Heliophysics Year (IHY), com a esperança de impulsionar a participação mundial neste novo campo.

A importância do Sol na vida cotidiana é clara. Talvez seja por isso que os povos antigos, considerados pagãos, o percebiam como uma divindade imanente. As estações do ano estão intrinsecamente relacionadas à sobrevivência de nossa espécie e de grande parte do ecossistema do planeta. As temperaturas de nosso planeta e de nossas águas afetam diretamente na vida de todos os seres, em especial atenção à vida dos sensíveis plânctons, os verdadeiros pulmões e estômagos do mundo, sendo os maiores produtores de oxigênio, bem como a base da cadeia alimentar aquática.

Talvez esteja na hora de a humanidade deixar a prepotência de lado, e parar de se considerar, através de suas máquinas e indústrias movidas a combustível fóssil, a principal causadora de mudanças e desequilíbrio às temperaturas do planeta. Há cientistas, como a Doutora Guhathakurta, que relatam que a fonte dos distúrbios no clima da terra não tem origem apenas na ação humana, e sua catalização no processo de mudança climática, mas sim nas misteriosas transformações das atividades solares, ou seja, no clima espacial, o qual se presentifica a nível microespacial, como clima terrestre.

Coincidência ou não, os antigos Maias da América Central, o povo mais preciso matematicamente que já existiu, profetizou uma mudança global para o ano de 2012/2013. Talvez Kinich Ahau, ou Deus Sol, para os Maias, tenha algo a ver com esta história toda. E talvez, quem sabe, o programa da Doutora Guhathakurta possa nos alertar sobre uma possível anomalia esperada para o próximo máximo solar, ou nos confirmar cientificamente que esta questão toda é apenas um grande devaneio de uma mente com insolação.

 

Fontes consultadas: http://www.nasa.gov/mission_pages/stereo/news/prelaunch_bios.html

http://www.environmentalgraffiti.com/featured/10-most-incredible-solar-flares-captured-in-pictures/11175

Anúncios

Maya, Chichen-Itza, Kukulcan, Equinócios, Solstícios, Calendários, etc.

Desenho das condições em que a piramide foi re-descoberta pelo advogado e arqueólogo John L. Stephens em 1841.

Os Mayas. Os Mayas localizavam-se, segundo estudos arqueológicos, na porção de terras que hoje equivalem a Mesoamérica. Há  sítios na Península de Yucatán, no México, mais especificamente nos Estados de Quintana Roo, Yucatán, Campeche, Chiapas e Tabasco, e nas terras baixas e altas da Guatemala, Belize, Honduras e El Salvador.

A sociedade Maya era basicamente uma sociedade agrícola, assim como todas as outras que floresceram antes da Era Industrial, exceto pelos esquimós, já estes, caçavam para obter seu sustento. Era de costume deste povo antigo, a tradicional observação minuciosa do comportamento das estações do ano, as variações das trajetórias da Terra ao redor do Sol, outras estrelas. A rota do planeta Vênus também era mirada. Conhecida como Estrela D’Alva, o planeta Vênus é o terceiro maior e mais luminoso objeto do céu, sendo superado apenas pelo Sol e Lua.

São incontestáveis os profundos conhecimentos deste povo milenar. Desde a agricultura, armazenamento de água através de açudes e cenotes, geometria, matemática, astronomia, astrologia, engenharia, acústica, e também outras áreas do conhecimento que abrangem as instâncias mais sutis da conciência. O Templo de Kukulcan é a materialização destes conhecimentos convergidos em uma edificação, que não há como saber quem depositou a pedra angular.

O Templo de Kukulcan. Este monumento piramidal  é feito basicamente de calcário com água, material que compõe grande parte do solo da região. Assim como todas as outras construções megalíticas dos Maya, esta foi construída sem a utilização do ferro, material este desconhecido pelos Mayas. O solo de calcário, de caráter poroso, também possibilita a formação de cenotes, que são poços, ou cavernas subterrâneas que acumulam água potável, que também flui do lençol freático e se encontram nestes poços. O cenote é uma das principais razões pelos Maya terem florescido nas florestas de Yucatan, sem a necessidade de terem rios ao redor, como a maioria das civilizações antigas, contemporâneas, e provavelmente as do futuro também.

El Castillo, como foi re-nomeada pelos colonizadores espanhóis, é localizado em Chichen-Itza, no estado de Yucatan, no México. Chichen-Itza significa na raiz Maya ‘na beira do poço do povo Itza’. Então seriam os Mayas, Itzas? Sei lá, tanto faz. Estima-se que Chichen-Itza foi fundada por volta dos anos 435 e 455 d.C. ‘Kukul’ significa sagrado ou divino, e ‘can’ significa serpente. Kukulcan é a serpente emplumada sagrada para os Mayas, assim como Quetzalcoatl é a serpente emplumada para os Astecas. Porém a origem de um Deus tido como serpente emplumada é muito anterior aos Mayas ou Astecas e também está presente em toda a Mesoamérica. A origem deste simbolismo da serpente emplumada pode tanto ser proveniente da cultura Olmeca, como também dos Toltecas.

Calendários, Solstícios e Equinócios. O Templo de Kukulcan é um calendário em pedra que também marca os solstícios e equinócios, datas muito importantes para os ciclos agrícolas. A Pirâmide de Kukulcan tem quatro lados, quatro escadarias, cada uma delas com 91 degraus, que totalizam 364, e somados ao templo do topo, comum às quatro escadas, totalizam 365 unidades que representam os dias do Haab, um dos três calendários, que segundo os Mayas, eram necessários saber para prosperar, e florescer nesta área do universo, mais especificamente neste planeta. No equinócio da primavera (outono no hemisfério sul) acontecem fenômenos naturais de luz e sombra que somente são possíveis devido ao preciso alinhamento da construção da pirâmide paracom o Sol, e porque não dizer para com o Universo.

descidadekukulcan

Equinócios. Na passagem equinocial é observado um fenômeno de luz e sombra na fachada da escadaria NNE (nor-nordeste) conhecido como ‘A descida de Kukulcan’. Este fenômeno acontece, pois a luz do sol passa pela fachada NO (noroeste), e é filtrada pelos 9 patamares. Assim sendo, 7 triângulos de luz são projetados entre os degraus e forma-se um corpo de uma serpente, que se completa e compõe com a cabeça, feita a pedra, que ornamenta os primeiros degraus da(s) escadaria(s). A sombra formada mede 33 metros. Este fenômeno também pode acontecer à noite, se a órbita da Lua encontrar-se na mesma posição equinocial do Sol, ao longo da eclíptica.

Nessas circunstâncias, a serpente emplumada seria projetada pela luz da Lua no balaustre da escadaria a NNE. Devido às fachadas SSO (su-sudoeste) e ESE (és-sudoeste) estarem desgastadas, não é observado fenômenos de luz e sombra nos amanheceres equinociais, mas é possível que se restauradas por completo, as fachadas e degraus, as escadarias e os 9 patamares, poderia ser mirado o dito efeito do corpo da serpente na fachada SSO.

Solstícios. No solstício de Junho (Verão, no hemisfério Norte), mais precisamente nos primeiros minutos do amanhecer, as faces NNE (nor-nordeste) e SSE (su-sudeste) são iluminadas pelo sol, enquanto as faces ONO (oés-noroeste) e SSO (su-sudoeste) continuam obscuras. Já no solstício de Dezembro (Inverno) acontece o inverso, durante o entardecer as faces ONO e SSO são iluminadas, e as faces NNE e SSE ficam obscuras. Estes acontecimentos marcam os exatos momentos dos solstícios.

Tempo cíclico. Estamos habituados a seguir o tempo conforme o calendário que utilizamos, e a enxergamos o tempo como uma dimensão linear, onde geralmente essas marcações de tempo são os dias, os meses, as luas e o ano, segundo o Calendário Gregoriano. Ciclos um pouco maiores também fazem parte de nossas vidas, como o de quatro em quatro anos da Copa do Mundo, ou das Olimpíadas. Os Mayas enxergavam o templo entendendo-o de forma cíclica, fractal, padrões que se repetem.

Também existem ciclos maiores, com os quais não somos habituados, como o do mais longo eclipse solar do milênio, ocorrido no dia 14/01/2010, que durou 11 minutos e 8 segunos, e só se repetirá novamente em 3043. O objeto voador identificado como Cometa Halley, que também orbita nosso Sol, e é visível no céu a cada 76 anos, quando retorna as regiões interiores do Sistema Solar.
Os Mayas, sendo estes Guardiões de Dias, contavam o que podemos chamar de micro-ciclos, como os dias, meses, anos, assim como também macro-ciclos, como dos movimentos de Vênus, e das passagens das ditas Eras, a cada aproximados 2.165 anos, assim como também o movimento precessional, este com um ciclo de aproximados 26.000 anos. Major Jenkins, autor do livro Maya Cosmogenesis 2012, entre outros livros, tem uma teoria sobre a Pirâmide de Kukulcan, analizando-a como um relógio-despertador-precessional.
Haab, o Calendário Solar. O Haab possui 18 meses (ou uinais) de 20 dias (ou kines) cada. O total de dias desse calendário é de 360 dias, resultado da multiplicação de 18 x 20. E também o décimo nono mês, de apenas 5 dias, chamado Vayeb. Totalizando o movimento de 365 do planeta Terra ao redor do Sol, a translação.

Tun-Uc, o Calendário Lunar. O Tun-Uc é um calendário lunar e marca as fases da lua. As fases da lua possuem um ciclo de 28 dias e quatro subciclos menores de sete dias. Este ciclo de 28 dias também está sincronizado com ciclos femininos de menstruação e gestação. Os Hindus, assim como os Mayas, tem um calendário lunar de 28 dias, onde há 28 fases da lua.

Tzolkin, o Calendário Sagrado. O Tzolkin possui 13 meses de 20 dias cada, totalizando 260 dias. Os ciclos do Tzolkin e do Haab funcionam como duas engrenagens, uma roda calendárica, de tal maneira que a combinação dos dois se repetem apenas a cada 18.980 dias (mínimo múltiplo comum de 260 e 365), o que equivale a 52 anos. No ciclo de 52 anos se completa e inicia o ciclo de combinação entre o Haab e Tzolkin. O número 52 também é representado nas faces que se alinham com os pontos cardeais em forma de revelo em pedra. Segundo o Popul Vuh, equivalente á Bíblia Cristã, 52 anos é o ciclo de destruição e reconstrução do mundo. 52, para os Hindus, é o tempo que se leva para atingir a Kundalini através da pratica de meditações e técnicas como o Yoga.

Teoria do relógio-despertador-precessional. Quando os povos Tolteca se mudaram para Chichen Itza, eles uniram, fundiram, absorveram e consolidaram sua cosmologia zenith com o sistema Maya, e o resultado desta fermentação foi a Pirâmide de Kukulcan. Muitos acreditam que esta foi projetada e edificada para que todo ano, no equinócio da primaveira, o sol da tarde cause um fenômeno com a sombra: a aparição que uma grande serpente, esta descendo do céu, pela pirâmide, em direção ao chão.

Este fenômeno realmente acontece, como citado anteriormente. Mas, de qualquer forma, John Major Jenkins tem um ponto de vista que vai além, e mostra que a pirâmide é muito mais do que um indicador de equinócios e solstícios. Ela seria um relógio precessional com seu alarme marcado para o século vinte e um. Mais precisamente no ano de 2012,. Conspirações apocalípticas e perspectivas hollywoodianas a parte, a precessão dos equinócios é um fato realmente tem data marcada, 21 de Dezembro de 2012, dia em que o Sol nascerá alinhado com o centro da Via-Láctea. Este alinhamento vem acontecendo desde 1996, mas o eclipse total, podemos dizer assim, acontecerá no solstício de inverno (verão no hemisfério sul) do ano de 2012.

Jenkins diz que Kukulcan (ou Quetzalcoatl, a serpente emplumada), era símbolo de uma conjunção envolvendo o Sol, as Plêiades (nome da constelação), e o zênite (ponto superior da esfera celeste). Exatamente 60 dias depois do equinócio da primavera, no dia 20 de Maio, a passagem do zênite toma seu lugar sobre Chichen-Itza. A serpente cascavel Crotalus, cujo padrão é constantemente utilizado na arte mesoamericana, tem uma marca que é idêntica ao glifo solar ‘Ahau’ dos Maya, e o seu chocalho era chamado ‘tzab’, que é a mesma palavra usada para o grupo estelar Plêiades.

Muitas pessoas, povos da região onde floresceram os Maias, nas regiões de Belize, Guatemala, México, Honduras, El Salvador, são habituados e ainda seguem os calendários de seus ancestrais, seus micro-ciclos, assim como também os macro-ciclos.

Acústica. No templo de Quetzalcoalt, em frente a escadaria NNE, é possível ouvir um efeito acústico que é produzido quando se bate palmas de frente para a escadaria. As ondas sonoras ‘sobem’ as escadas, e quando chegam ao topo da pirâmide, ressoa um eco distorcido, que pode ser ouvido na pirâmide e do pátio. Este eco distorcido remete ao canto de um Quetzal, uma espécie de pássaro que vive na região. Este tipo de efeito pode ter sido utilizado para chamar a atenção dos demais da região em momentos de urgência. Do alto do Templo, este efeito era utilizado para a elite sacedortal se comunicar com o povo que estava no pátio ao redor.

Efeitos acústicos também são encontrados nos campos de Jogo de Bola dos Mayas. Este jogo de bolas era um pouco diferente do futebol que conhecemos. O objetivo do jogo era acertar a bola em um aro suspenso no alto das paredes do corredor que formam o campo, podendo apenas rebater a bola com o quadril.

Voltando aos efeitos sonoros, que datam de 864 anos atrás, o que no mínimo é muito curioso, os efeitos encontrados nesses campos também são muito peculiares, embora alguns soem familiares, por já terem sido utilizados em designs de monumentos contemporâneos, como a propagação amplificada da respiração e sussuros. O que é muito peculiar é o efeito de delay que acontece. É um delay perfeito, um atraso no som atraso, um eco perfeito que se repete, seu volume gradativamente diminui, até cessar por completo. Nos vídeos abaixo há exemplos sonoros desses efeitos sonoros.

Quetzal. O nome “quetzal” é derivado da palavra náuatle, ou asteca, quetzalli, significa “pena de cauda grande e brilhante”. O nome científico Pharomachrus vem do grego pharos (“manto”) e makros (“longo”), o que descreve muito bem à plumagem da cauda e asas do quetzal.

The Mayan advanced acoustical engineering.  Part I

The Mayan advanced acoustical engineering.  Part II

ralph-resplendent_quetzal

Quetzal.


Timewave Zero

12 de Dezembro de 2012 pode parecer uma data qualquer para a maioria das pessoas. Para Terence McKenna, marca o Timewave Zero.

Estudando as relações do I-Ching, Terence encontrou padrões de ondas que representam acontecimentos históricos que modificaram o pensamento da sociedade, tais como a Segunda Guerra Mundial e a explosão da geração de 1960. No entanto, em 2012, as oscilações de onda diminuem até chegar a um equilíbrio.

Para os estudiosos do calendário maia, o ano de 2012 tem grande significado na história da humanidade, marcando o fim e o início de uma nova era.

Coincidência ou não, as datas apontam para uma mesma coisa. O quê? Por enquanto são apenas especulações. Fiquem no aguardo.